Quanto Vale sua Startup · Guia StartupShot
Quatro métodos de valuation e oito contas, com a origem de cada linha, o que o fundo responde e quantos pontos da empresa estão na mesa.

Custa menos que um ponto do cap table.
Acesso imediato. Abra a conta antes do próximo call.
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Por dentro do guia








Leia antes de pagar
Uma das oito contas do guia, exatamente como aparece no miolo. As outras sete vêm com o guia.

O método de Berkus não multiplica nada. Ele paga um crédito com teto para cada risco que a empresa já tirou da mesa, e em pré-receita o risco técnico é o que mais pesa.
Risco técnico é a dúvida se o produto funciona fora da sala de quem construiu. Enquanto ele só roda na demonstração, com o time operando o teclado, a dúvida continua inteira. Quando o cliente usa sozinho, no dia de trabalho dele, a dúvida sai da mesa. O método paga pela saída, nunca pela ambição do produto.
O crédito tem teto por desenho. Cada marco vale até um limite, e o limite existe para impedir que a conta inche quando o fundador acredita demais no que construiu. Confira o teto por marco na formulação original do método, e confira também o que muda quando o valor em dólar é convertido para reais antes de entrar na sua conta.
Conta com teto sobrevive à pergunta do comitê. O outro lado vai testar cada crédito, um por um, e o crédito que nasceu dentro do limite do método tem para onde apontar. Crédito inventado acima do limite derruba a régua inteira, inclusive as linhas que estavam certas.
O crédito de produto se esconde na apresentação. O fundador leva o roadmap, que é a lista do que ainda vem, e a régua paga apenas o que já chegou.
Separe o que já roda do que ainda é promessa. Duas listas, em folhas diferentes: entregue e em uso de um lado, planejado do outro. A segunda lista não entra na conta.
Puxe a evidência de uso de cada item da primeira lista: data da primeira execução em cliente, volume por semana e quem operou. Marco sem registro volta para a lista de promessa.
Marque o item que roda sem o seu time no meio . Produto que só funciona com um engenheiro de plantão ainda carrega o risco técnico inteiro.
Credite cada marco dentro do teto que o método autoriza , nunca acima. O valor sai da formulação do método, conferida na fonte, e não da sua leitura de quanto o produto vale.
Feche a lista do entregue com a data de primeira execução em cliente ao lado de cada linha. A data é o que separa o marco da promessa.
Aplique um crédito por marco , dentro do teto, e escreva ao lado de onde saiu o número. Crédito sem origem escrita não sobrevive ao segundo call.
Anexe a evidência de uso junto do valor: período medido, volume de operações e o papel de quem opera do lado do cliente.
Deixe o roadmap numa folha separada , sem valor nenhum ao lado. Ele mostra direção, e direção não entra na régua de crédito.
O crédito de produto é o que o outro lado mais tenta apagar, porque ele transforma engenharia em preço. A defesa não é discutir mérito técnico na mesa. É mostrar a data em que o cliente passou a usar sozinho e o registro de que continuou usando depois. Sem registro, o método não paga, e a conta encolhe com razão.
Dois clientes usavam o roteirizador todo dia, sem o time no meio. O log guardava a data da primeira execução e o volume de rotas de cada semana.
Beatriz creditou o marco de produto no teto que o método autoriza, e deixou de fora as três entregas que ainda eram roadmap.
O crédito de produto entra na conta com data e registro de uso , nunca com adjetivo. Marco entregue vira número defensável, e o roadmap segue na folha ao lado, valendo zero.
A conta 03 é a que mais puxa discussão na mesa, porque ela transforma engenharia em preço. As cinco respostas devolvem a conversa para a régua e para a evidência de uso.
O piso somado ao crédito de produto
O método Levantar, Precificar, Defender
A fonte exata de cada linha, fora do deck: repositório, nota fiscal, contrato assinado e registro de uso.
O passo a passo pra fechar a conta: o que listar, como precificar a reposição e onde anexar a planilha.
Quando o fundo contesta a linha, a frase que devolve a conversa pra régua e pra evidência anexada.
Você abre a conta junto com a Beatriz: funda uma startup de logística B2B em Florianópolis, pré-receita, com o roteirizador rodando todo dia em dois clientes. O primeiro term sheet pedia 30% da empresa e não mostrava a divisão que gerou o percentual. Cada conta mostra o que ela levantou antes de você levantar a sua, e no fim as oito somam o pré-money defendido da capa.
O que você leva por R$ 27
Link permanente pra ler no navegador, com a planilha que soma sozinha e botões de copiar, e o PDF pra guardar e imprimir.
As oito contas numa página só, imprimível. Risca uma por uma na data fixa que você marcar duas vezes por ano.
Digita o que cada conta respondeu, inclusive os zeros, e vê o pré-money fechar. Cada linha leva o método declarado do lado.
O texto exato pra pedir a contestação por escrito, mover o pool pra depois do dinheiro e negociar estrutura. Botão de copiar ao lado de cada uma.
R$ 47R$ 27
R$ 27 pra não entregar o dobro da empresa. Pagamento único, sem assinatura.
Quero o guiaTerm sheet tem relógio próprio, e conta levantada depois da primeira proposta vira reação, nunca documento.
Leu o guia e não encontrou nenhuma conta nova pra abrir antes do seu próximo term sheet? Responda o email da compra em até 7 dias e devolvemos os R$ 27.